Praxe à la carte: actividades para todos os gostos

Written on 19.10.09 by Filipa Gomes

Para os recém-chegados à Universidade do Minho, a praxe é uma realidade durante todo o ano. Ao contrário do que acontece na maioria das academias por todo o país, a Associação Académica da Universidade do Minho promove actividades de cariz variado espalhadas pelos dois semestres lectivos. Eventos como a 'Latada' proporcionam momentos mais descontraídos, mas há alturas em que não sobra espaço para a diversão.





"Às vezes é necessário ter mais calma e optar por praxes mais divertidas"




É comum associar-se a praxe a momentos duros e constrangedores para quem a ela se submete. No entanto, de acordo com a opinião de vários apologistas desta actividade, a praxe vive dos rasgos de diversão que propicia. A questão está em saber doseá-los.



VOX-POPULI
- Acha importante haver diferentes tipos de praxe para os caloiros?

  • Flavie Paula, 3º ano de Ciências da Comunicação
“Eu acho que é importante haver diversas formas de praxe. Na nossa praxe costumamos ter momentos divertidos, de descontracção, e também momentos mais sérios. É importante ter aqueles momentos mais divertidos, porque é uma forma de integração na nova etapa da vida dos caloiros. Contudo, também fazemos praxes mais sérias para que haja respeito pelos doutores e para que eles tenham amor ao curso.”
  • Joana Braga, 3º ano de Engenharia Biológica
“Acho que a existência de diferente praxes é importante para os caloiros. Muitas vezes temos alguma dificuldade em praxar de forma mais séria por causa dos constrangimentos que a praxe tem sofrido. O Ministério do Ensino Superior, o reitor da Universidade do Minho e o Cabido de Cardeais repreendem, por vezes, as praxes que puxam pelo físico. Por causa disto, às vezes é necessário ter mais calma, e optar por praxes mais divertidas. É certo que no meu ano fui praxada de forma diferente, e que por vezes é difícil praxar da mesma maneira. No entanto, tentamos passar os mesmos valores que os nossos Engenheiros nos transmitiram.”
  • Andreia Mandim, 3º ano de Ciências da Comunicação
“Claro, se não os caloiros acabam por não aparecer na praxe. Os caloiros não se sentem tão incentivados se a praxe for sempre igual. É por isso que a diversidade é importante.”

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