'As Redes Sociais, & Você?'

Written on 12.1.10 by Gustavo Stevanato

GUIÃO 


RETRANCA REDES SOCIAIS/COMUNICAÇÃO/UNIVERSIDADE
TIPO REPORTAGEM/CIBERJORNALISMO/INTERATIVO

PRODUTOR Gustavo Stevanato 


ENTREVISTADO: Luís Santos (Docente de Atelier de Informação e Jornalismo, Curso de Ciências da Comunicação)
DATA/HORÁRIO: Quarta-Feira, 20 de Janeiro – 14:00 P.M
CONTATO: lsantos@ics.uminho.pt / atrium.blog @ gmail.com
LOCAL: Laboratório de Multimédia II, Instituto de Ciências Sociais

ENTREVISTADO: Luís Cunha (Docente de Antropologia Cultural, Curso de Sociologia)
DATA/HORÁRIO: Sexta-Feira, 15 de Janeiro – 9:00 A.M
CONTATO: lmcunha@ics.uminho.pt / (253) 253604280
LOCAL: Departamento de Sociologia, Instituto de Ciências Sociais



LEAD: A Universidade do Minho cobre o ciberespaço com blogues académicos, sites de acesso e notícias, serviços de biblioteca e banco de dados, bem como o próprio sistema de ensino é baseado numa plataforma online (‘e-learning’). Mas como se relacionam – e comunicam/interagem - os alunos desta universidade além destas opções, ‘fora dos muros virtuais da escola?’ Qual o papel das redes sociais na formação e informação dos dissentes e docentes? Qual a importância das redes sociais na Universidade do Minho?



INFORMAÇÕES: Para produzir esta reportagem sobre redes sociais na universidade, verificou-se sentido maior em realizada deitada sob nossas intenções – e objecto de trabalho. A ideia é verificar a importância bem como actuação das redes sociais na Universidade do Minho, a utilizar as mesmas como plataforma deste conteúdo, a manusear suas características e ferramentas para informar (optamos por utilizar Twitter (Texto, Links) Blog (Reportagem), Facebook (Videografia, Texto), Blip (Aúdio), Picasa (Imagens). O ponto de convergência destas experiências e redes é verificar como actuam os docentes e dissentes nestes espaços, bem como utilizam estes a aproveitar sua formação académica – e contacto nas relações criadas nestes meios.

ENCAMINHAMENTO: Segue as funções atribuídas as redes sociais e importância relativa a reportagem. A intenção é explorar as funcionalidades e potencialidades de cada rede social para introduzir, de modo ainda que forçado, o usuário ao conhecimento destas ferramentas para acompanhar o desenrolar da reportagem, mas principalmente promover interacção com o conteúdo de informação.

Blogue ‘*Asterisco.’: Funcionará como uma teia virtual. Abrigará o corpo do texto da reportagem a trazer o conteúdo sobre as redes sociais (especificação, instrumental e funcionalidade); e funcionará como índice das redes sociais linkadas, a direccionar os usuários a seguir os caminhos à procura da informação nova e complementar. Além deste, trará notícias das redes sociais no contexto universitário.

Twitter: Descrição sobre a rede social. Função de reportar notícias diversas de interesse da reportagem, não abrigadas no conteúdo principal do blogue; redireccionamento do usuário para outras redes, publicidade do conteúdo publicado.

Picassa:  Informações gerais sobre esta ferramenta de conteúdo visual. Servirá como plataforma alternativa para o ‘Vox-pop’ e Infográficos com dados estatísticos sobre redes sociais.

Facebook: Explicará e utilizará suas funcionalidades para criar um perfil da rede social, bem como abrigará conteúdo videográfico de entrevista com o académico e docente de Ciências da Comunicação Luís Santos sobre os impactos das redes sociais no meio universitário (percebam que vale aqui o uso de outra ferramenta, o Youtube).

Blip:  Breve descrição. Servirá como suporte para a sonora do docente de Sociologia Luís Cunha sobre a questão antropológica das redes sociais.



Crianças, Mulheres e Web Televisões primeiro.

Written on 9.11.09 by Gustavo Stevanato

O último caldo nos meios digitais foram as webtvs. Mas Nouvelle Vague digital, a nova onda do ciberespaço, datada de início em 2005 aqui nas águas de Portugal, parece ainda pouco avançar longe da costa. o projecto encontra  ainda na beira-mar pedras a impedir avanços, além do mal tempo económico que não cessa para novas ideias. A toda nova tentativa de braçada uma dificuldade. Antes fosse apenas uma maré de má sorte.
Estas águas são desconhecidas dos sítios portugueses ainda. As televisões digitais se afogam sem incentivo ou bóia. Segundo o pesquisador Nuno Fernandes, em palestra na Universidade do Minho sobre as Web Televisões em Portugal, ‘O surgimento da Internet provocou um forte impacto nas formas de trabalho e disponibilização dos conteúdos dos Meios de Comunicação Social’. Para tanto, se os intentos são bons e os projectos inundam toda gente com expectativas – somente em Portugal são 150 canais detectados até Novembro de 2009 em ‘papel passado’, segundo pesquisa divulgada por Fernandes – os estudos sobre o assunto são poucos, recentemente datados e sem base a comparação em território nacional. Isto porque os problemas encontrados para se manter um conteúdo online de qualidade vão além-mar. 
A maioria dos profissionais que excursam pelas webtvs são marinheiros de primeira viagem. A primeira Web Televisão a surgir em Portugal foi a Famalicão TV, há quatro anos apenas, quando ainda pouco se sabia sobre dar um nó num link ou doutro, a levar a máxima do cinema-novo a televisão, ‘uma ideia na cabeça, uma câmera na mão ’ e,  de modo pouco conveniente, mais nada. Decerto existem as que nadam contra a corrente, e mesmo que acabem por engolir um pouco de água vez o outra, saem-se bem, à exemplo da webtv  Minho Actual. O problema é seguir viagem quando todos os outros já abandonaram seus barcos. Fernandes destaca que pouco menos da metade dos projectos de webtvs pautados surgem em definitivo na Internet ou continuam a navegar. 
Mas não a quem culpar os poucos homens afronte ou mau tempo a estibordo. Porque, a mais, se o projecto ainda que amador conseguir içar velas com qualidade, a profissionalização de conteúdo derruba em demasia muitos barcos. Porque mesmo que navegar seja preciso, para passar além do Bojador, antes de qualquer dor, é preciso saber onde se está e para onde se quer ir: ‘A pouca expressão de áreas de Política, Opinião e Vox Pop acaba por prejudicar as webtelevisões com características regionais e locais, abandonando elas próprias a capacidade de ajudar na criação do espaço público das populações onde se inserem'. 

E se tudo isto torna a viagem mais incerta, vale lançar a pergunta ao mar: Investir na webtvs é por acabar a se ver navios? Nem tanto a terra nem ao mar. Segundo o pesquisador Nuno Fernandes, o futuro das Web Televisões Portuguesas percebe-se que mesmo e depois de qualquer avanço longínquo da comunicação, o problema, bem como sua solução encontra-se mais de perto:  ‘A aposta em associações regionais para partilha de conteúdos será crucial para a sobrevivência dos projectos’.


Praxe à la carte: actividades para todos os gostos

Written on 19.10.09 by Filipa Gomes

Para os recém-chegados à Universidade do Minho, a praxe é uma realidade durante todo o ano. Ao contrário do que acontece na maioria das academias por todo o país, a Associação Académica da Universidade do Minho promove actividades de cariz variado espalhadas pelos dois semestres lectivos. Eventos como a 'Latada' proporcionam momentos mais descontraídos, mas há alturas em que não sobra espaço para a diversão.





"Às vezes é necessário ter mais calma e optar por praxes mais divertidas"




É comum associar-se a praxe a momentos duros e constrangedores para quem a ela se submete. No entanto, de acordo com a opinião de vários apologistas desta actividade, a praxe vive dos rasgos de diversão que propicia. A questão está em saber doseá-los.



VOX-POPULI
- Acha importante haver diferentes tipos de praxe para os caloiros?

  • Flavie Paula, 3º ano de Ciências da Comunicação
“Eu acho que é importante haver diversas formas de praxe. Na nossa praxe costumamos ter momentos divertidos, de descontracção, e também momentos mais sérios. É importante ter aqueles momentos mais divertidos, porque é uma forma de integração na nova etapa da vida dos caloiros. Contudo, também fazemos praxes mais sérias para que haja respeito pelos doutores e para que eles tenham amor ao curso.”
  • Joana Braga, 3º ano de Engenharia Biológica
“Acho que a existência de diferente praxes é importante para os caloiros. Muitas vezes temos alguma dificuldade em praxar de forma mais séria por causa dos constrangimentos que a praxe tem sofrido. O Ministério do Ensino Superior, o reitor da Universidade do Minho e o Cabido de Cardeais repreendem, por vezes, as praxes que puxam pelo físico. Por causa disto, às vezes é necessário ter mais calma, e optar por praxes mais divertidas. É certo que no meu ano fui praxada de forma diferente, e que por vezes é difícil praxar da mesma maneira. No entanto, tentamos passar os mesmos valores que os nossos Engenheiros nos transmitiram.”
  • Andreia Mandim, 3º ano de Ciências da Comunicação
“Claro, se não os caloiros acabam por não aparecer na praxe. Os caloiros não se sentem tão incentivados se a praxe for sempre igual. É por isso que a diversidade é importante.”